Naquela noite eu sentei no velho banco da varanda, olhando para o belíssimo céu iluminado por infinitas estrelas, algo que nessa cidade é difícil acontecer. Fechei os meus olhos e pude ver o teu rosto, seus olhos azuis da cor do mar, seu cabelo castanho balançando ao movimentar do vento, sua pele branca ficando avermelhada por me ver, sorrindo como fosse seu aniversário. Respirei fundo e notei que era apenas uma lembrança, das noites felizes ao teu lado.
— Diário de Veneza.





















